Translucência nucal: o que é, para que serve e como é feita

A translucência nucal é um exame, feito durante o ultrassom, que serve para medir a quantidade de líquido na região da nuca do feto e que deve ser realizado entre a 12ª e a 14ª semana de gestação. Este exame serve para calcular o risco do bebê apresentar alguma malformação ou síndrome, como a síndrome de Down, por exemplo.

Quando estão presentes malformações ou doenças genéticas, o feto tem tendência a acumular líquido na região da nuca, por isso, se a medida da translucência nucal estiver aumentada, acima de 2,5 mm, significa que pode estar havendo alguma alteração no seu desenvolvimento, sendo recomendada a realização de outros exames para confirmar o diagnóstico.

Translucência nucal: o que é, para que serve e como é feita

Para que serve o exame

O exame de translucência nucal serve para avaliar se o bebê tem algum risco de ter alguma alteração genética ou malformação. Caso o valor do exame esteja alterado, o obstetra irá solicitar outros exames como a amniocentese, por exemplo, para confirmar ou não o diagnóstico.

Quando fazer a translucência nucal

O exame de translucência nucal é indicado quando o feto tem entre 45 a 84 mm, o que é observado entre as semanas 12 e 14 de gestação, sendo principalmente realizado no meio da 13ª semana, que é quando o bebê já está um pouco maior e, assim, é possível obter melhores imagens. No entanto, em alguns casos, o médico pode realizar esse exame no meio da 11ª semana de gravidez, dependendo do desenvolvimento do bebê. Conheça outros exames indicados no primeiro trimestre de gravidez.

Como é feito

A translucência nucal é feita durante a realização do ultrassom comum, sendo observadas as características e desenvolvimento do bebê, assim como é feita a medição do bebê da cabeça até a nádega. Em seguida, é feita a verificação da quantidade de líquido presente na nuca do feto através do mesmo método.

O que significa o resultado

O resultado da translucência nucal é considerado normal quando é identificado até 2,5 mm de líquido na nuca do feto e alterado quando é verificada a presença de mais de 2,5 mm de líquido.

O resultado alterado não necessariamente indica que o bebê apresenta alguma alteração, mas representa um risco aumentado. Por isso, o médico deve solicitar a realização de outros exames, como a cordocentese, em que é feita uma análise do sangue do bebê que é coletado a partir do cordão umbilical, ou a amniocentese, que é feita a partir da coleta de uma amostra do líquido amniótico. Entenda como é feita a amniocentese.

Além da translucência nucal, a idade da mãe e o histórico familiar de alterações cromossômicas ou doenças genéticas também são importantes para avaliar o risco do bebê apresentar alguma alteração.

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